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Problemas com a libido? Pode ser deficiência hormonal sexual

“A partir de uma certa idade, a queda no desempenho sexual é normal.” Quem nunca ouviu essa frase? Acontece que os problemas com a libido também podem acometer pessoas jovens, bem antes da chegada da menopausa ou da andropausa propriamente. Ou seja, não é uma dificuldade restrita aos mais velhos.


Neste artigo, entenda como a queda na libido pode ser apenas um dos efeitos da deficiência hormonal sexual. E saiba como a desregulação hormonal prejudica a energia e disposição, independentemente do sexo ou da faixa etária. Veja, também, como reverter esse quadro. Boa leitura!


Queda na libido: o que pode ser?

A libido é a energia comumente associada ao desejo sexual, regulada, principalmente, pela testosterona. Essa energia é flutuante, sendo normal apresentar picos e baixas. Mas, quando ela está desregulada, especialmente baixa por muito tempo, é necessária uma investigação apurada.


Ela influencia o bem-estar e, também, pode indicar problemas de saúde mais graves. Os principais fatores associados à libido masculina e feminina são:


  • Níveis Hormonais: a baixa testosterona pode diminuir o interesse sexual e a ejaculação, nos homens;

  • Saúde Mental: estresse, depressão e ansiedade influenciam a produção de hormônios e o interesse sexual;

  • Obesidade: alterações nos níveis lipídicos podem afetar a produção de testosterona;

  • Inflamação: inflamações pelo corpo podem desregular a produção de diversos hormônios;

  • Drogas ou álcool: as substâncias afetam a produção de hormônios;

  • Medicamentos: antidepressivos, anticoncepcionais e até anti-histamínicos tem efeitos colaterais associados à diminuição de libido.


Ou seja, não é apenas a deficiência hormonal que está relacionada à queda na libido, mas este é um importante fator que deve ser investigado, uma vez que ele pode estar sendo influenciado por hábitos ou condições de saúde.


Qual é o papel dos hormônios na vitalidade?

Os hormônios são o combustível da vida. Porém, ao longo do tempo, o declínio androgênico (masculino), assim como o declínio gonadal feminino, são inevitáveis.


A deficiência hormonal ocorre, principalmente, por conta da idade. No entanto, ela também pode ser influenciada pelo estresse, inflamação e obesidade, entre outros fatores, como vimos anteriormente.


No caso dos homens, o declínio dos níveis de testosterona pode levar a:

  • perda de massa muscular e aumento da gordura;

  • distúrbios do sono e diminuição da resistência física;

  • aumento da ansiedade e do nervosismo;

  • redução da capacidade produtiva;

  • prejuízos ao desempenho sexual.


Já em relação às mulheres, a diminuição do estrogênio e da progesterona implica em:

  • irregularidades nos ciclos menstruais;

  • distúrbios do sono;

  • secura vaginal e perda do interesse sexual;

  • ondas de calor (fogachos);

  • aumento da fadiga;

  • ganho de peso;

  • perda do tônus, com destaque para a flacidez mamária;

  • irritabilidade e alterações de humor.


Após diagnosticada a causa da queda da libido, o médico propõe uma série de cuidados multidisciplinares para promover o bem-estar do paciente. Além de acompanhamento psicoterápico, nutricional e com educador físico, por exemplo, o paciente pode ter que iniciar um tratamento de reposição hormonal.


Quais são os benefícios da reposição hormonal?

A reposição hormonal tem o poder de reverter ou, ao menos, retardar o declínio funcional, seja ele intrínseco ao envelhecimento ou precoce, decorrente de um distúrbio. Além disso, ajuda a prevenir outros problemas e doenças, tais como osteoporose, hipercolesterolemia, depressão e câncer (de próstata ou mama).


Afinal, os hormônios afetam todo o metabolismo corporal, não apenas a libido. Mas no que diz respeito à performance sexual, tanto a terapia de reposição hormonal masculina quanto a feminina ajudam a melhorar o nível de desejo sexual.


Por que é importante tratar a deficiência hormonal sexual?

A medicina anti-aging se baseia em 5 pilares interdependentes. Entre eles, destaca-se o reequilíbrio da fisiologia hormonal. Na prática, o uso de hormônios ajuda a reverter ou, ao menos, a adiar o declínio físico de forma saudável e personalizada.


Junto aos demais pilares (abordagem ortomolecular, condicionamento físico, nutrição e equilíbrio entre corpo, mente e espírito), o balanço dos níveis hormonais melhora a funcionalidade de todo o organismo. Por isso, corrigi-lo é imprescindível!


Como a reposição hormonal atua na libido e no organismo em geral?

A reposição hormonal aumenta a energia e disposição. Ela serve de combustível para os elementos ligados à qualidade de vida, tais como a capacidade cognitiva, a força, a composição corporal e as emoções.


Mas além da reposição hormonal, também é importante investir em tratamentos para o combate à inflamação, à obesidade, ao estresse, entre outros fatores relacionados aos problemas de libido. A medicina integrativa, a qual trata a pessoa como um todo, e não apenas sintomas isolados, é uma poderosa aliada nesse sentido!


Por que o tratamento hormonal precisa de acompanhamento médico?

Apesar de a terapia de reposição hormonal ser, comprovadamente, eficiente, ela não é isenta de riscos. Quando mal indicada, pode haver:


  • exacerbação de enfermidades não diagnosticadas;

  • aumento do risco de doença cardiovascular e câncer;

  • aumento da hepatotoxicidade (danos ao fígado);

  • aparecimento ou piora de distúrbios do sono;

  • reações cutâneas (como eritema e prurido); entre outros efeitos colaterais.


Assim, o acompanhamento médico é essencial para um diagnóstico personalizado e um tratamento individualizado. O uso desnecessário de hormônios, quando não há uma deficiência específica, prejudica a saúde.


Por outro lado, se ministrados sob a orientação de um especialista, a reposição dos hormônios permite aprimorar o funcionamento do corpo em contraposição ao declínio físico. Tudo isso, graças ao seu papel no metabolismo e na melhora das funções corporais.


Para concluir, problemas com a libido não significam o fim da linha. Neste artigo, mostramos que tratar a deficiência hormonal sexual é bem mais do que uma questão de escolha. Tem a ver com a necessidade de se manter ativo, saudável e bem-disposto. Ou seja, é um requisito para a manutenção da qualidade de vida!


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